Início do Livro Conscienciológico

O ponto de partida da gescon é a condição ou estado da pessoa definir o tema do livro pessoal, considerando o paradigma consciencial, a programação existencial, além de estabelecer o foco prioritário do trabalho na etapa inicial da obra incipiente.

Segundo o Waldo Vieira, o propositor desta ideia, a gescon, ou gestação consciencial, é: “a produtividade evolutiva, cosmoética e útil da conscin, centrada na consecução de obras de fraternidade vivida de neoideias libertárias, dentro do quadro de obras pessoais da programática mais avançada da proéxis.”

Neste sentido, a gescon de uma maneira geral, é um empreendimento evolutivo com base no esclarecimento assistencial, neste caso, considera-se que o empreendimento mais prioritário ao inversor existencial é a elaboração de livros.

Um dos pilares da invéxis é a antimaternidade (ou antipaternidade) sadia, que é a opção por não ter filhos nesta vida em função da dedicação integral do inversor a ajudar o máximo de consciências possíveis. Bem como, entendendo que o empenho pelo esclarecimento através de ideias avançadas sobre a evolução é um dos pilares da assistencialidde invexológica, o inversor irá priorizar justamente a gestação de ideias através da escrita de livros, ao contrário da gestação humana.

Como começar a escrever um livro?

Como começar a escrever um livro?
Escrita a punho

Não existe fórmula para começar, escrever e finalizar um livro assistencial e cosmoético. Uma pessoa pode iniciar diretamente um livro sem ter qualquer experiência com escrita. Contudo, na maioria das vezes, o indicado é a pessoa passar por algumas experiências anteriores, que fortalecerão a autoconfiança e no know how para a escrita do livro.

Dentro deste aspecto da importância da vivência e do acúmulo gradual de experiências, este autor, vivenciou e foi beneficiado por pelo menos 14 atividades interassistenciais, disponíveis na Comunidade Conscienciológica Cosmoética Internacional (CCCI), hoje (Ano-base: 2020), em ordem alfabética, importantes para auxiliar o escritor na decisão do tema do livro pessoal:


01.  Artigo: definir, escrever e publicar artigo pessoal em revista
especializadas da Conscienciologia.


02.  Círculo Mentalsomático:
participar do círculo mentalsomático, reunindo-se com autores e pré-autores para debater temas de ponta da CCCI. Veja aqui uma transmissão online de um círculo mentalsomático sobre a invéxis!


03.  Debate:
discutir o estudo ou a autopesquisa em atividades internas ou
públicas das instituições conscienciocêntricas.


04.  Docência conscienciológica:
vivenciar a docência conscienciológica,
possibilitando insights de ideias e amadurecer a decisão sobre um tema do livro a partir das interações em sala de aula. Você sabia que toda a atividade conscienciológica, inclusive a docência, é mantida através de voluntariado, sem remunerações?


05.  Docência itinerante: vivenciar a experiência singular de dar aulas de Conscienciologia fora da zona de conforto geográfica e holopensênica, através de viagens a outros contextos culturais, exigindo flexibilidade pessoal do professor e possibilitando ampliação de experiências contribuintes para o livro.


06.  Formação de autores: participar ativamente do curso Formação de
Autores, interagindo com autores e pré-autores.


07.  Holociclo: visitar, conhecer, estudar e analisar o acervo do Holociclo,
incluindo os materiais afins aos interesses pessoais.


08.  Holoteca:
visitar, conhecer, estudar e analisar o acervo da Holoteca,
incluindo os materiais afins aos interesses pessoais.


09.  Laboratórios:
participar de atividades em laboratórios nos campi
conscienciológicos, em especial o laboratório radical da heurística (Serenarium). Clique aqui para saber mais sobre o Serenarium.


10.  Minitertúlias:
participar das minitertúlias, auxiliando o participante
na aquisição de conhecimentos de ponta e atualizações a respeito da
Conscienciologia.


11.  Pesquisa: participar das atividades em grupos de pesquisa, colégios
invisíveis, jornadas, seminários e congressos. Você sabia que o grinvex é um grupo estudo (quase sempre composto apenas por jovens) de inversores com o objetivo de pesquisa sobre invexologia?

12.  Tertúlias: participar do curso de longa duração, auxiliando o
participante na aquisição de conhecimentos de ponta e atualizações a respeito da Conscienciologia. Assista a uma tertúlia deste autor sobre invéxis.


13.  Verbete: definir, escrever e defender publicamente o verbete pessoal
na Enciclopédia da Conscienciologia.


14.  Voluntariado em IC: vivenciar a aplicação de trafores e autoenfrentamento de trafares pessoais nas atividades de voluntariado nas instituições conscienciocêntricas.


Mesmo para os voluntários, pesquisadores e autores veteranos da Conscienciologia, é válido ressaltar a importância de não subestimar as atividades descritas na listagem anterior, pois pode-se aplicar a técnica da tábula rasa a fim de reciclar as experiências e otimizar as novas gescons.

Aos intermissivistas recém-chegados ou distantes geograficamente das Cognópolis, os itens acima devem servir de estímulo para melhorar o autodesempenho evolutivo, caso seja este o interesse destas conscins.

Autoquestionamentos ao tema de livro pessoal

Além disso, o pré-autor pode fazer para si mesmo pelo menos estes 8 questionamentos, em ordem alfabética, a fim de amadurecer o posicionamento quanto ao tema do livro pessoal:

1.  Decisão. Desejo realmente escrever livro sob a ótica da
Conscienciologia? As ações cotidianas refletem as autoprioridades.

2.  Foco. Quando pretendo escrever o livro pessoal? Definir o tema do livro é válido quando a conscin tem disponibilidade para a escrita ou está disposta a se sacrificar para cumprir as metas delimitadas (autodisponibilidade).


3.  Meio. Como pretendo escrever o livro pessoal? Definir o tema do livro é válido quando a conscin tem infraestrutura física para a escrita ou está ciente dos obstáculos a serem superados na ausência dela (autodeterminação).


4.  Objetivo. Qual a finalidade desta gescon? Definir a finalidade da obra pode ser fator motivador para a escolha do tema e a prioridade da escrita.

5.  Público-alvo. Para quem se destina esta gescon? Definir o público-alvo reflete inteligência, foco e a raiz intermissiva do pré-autor.

6.  Razão. Por que desejo escrever livro conscienciológico? As reações às
crises geradas pelo posicionamento do tema e da escrita da gescon refletem a autointencionalidade.

7.  Singularidade. Qual o diferencial desta gescon? Os aportes
proexológicos devem ser considerados na definição do tema do livro,
favorecendo a emersão de singularidades de abordagens.


8.  Ranking. Na escala de prioridades pessoais onde a escrita do livro se
encontra? Definir o tema do livro é a etapa mais simples do processo, sendo o planejamento da escrita o maior desafio da gescon.

Desta maneira, não existe gescon sem autorreflexão. Quanto mais questionamentos e ponderações autocríticas forem feitas para si mesmo, com o intuito deamadurecer a ideia de escrever livro, maior a chance de decisão madura e assertiva.

Após definir o tema de livro, qual gênero escrever?


O pré-autor pode avaliar pelo menos 13 gêneros de livros, em ordem alfabética, a fim de contribuir com as reflexões para a definição da gescon
escrita:


01.  Autobiografia:
tema e conteúdo elaborado a partir da narração da
vida do próprio autor enfatizando, no caso da Conscienciologia, os aspectos
proexológicos e conscienciométricos.


02.  Convívio: tema e conteúdo elaborado a partir da inspiração do círculo de convivência íntima, por exemplo, a(o) duplista, os amigos, os voluntários
das ICs, os contatos esporádicos e frequentes em eventos científicos.


03.  Demanda: tema e conteúdo elaborado a partir de demanda
interassistencial de grupo ou instituição, geralmente abordando expertise ainda pouco explorada pelo autor.


04.  Diário:
tema e conteúdo elaborado a partir de diário selecionado de
experiências parapsíquicas, enriquecidas de análises conscienciológicas.


05.  Dicionário: tema e conteúdo elaborado a partir de estrutura
dicionarizada, especializada, com foco em assunto específico.


06.  Especialização:
tema e conteúdo elaborado a partir da especialização
proexológica do pesquisador, geralmente fruto das experiência adquiridas nas atividades interassistenciais.


07.  Heterobiografia: tema e conteúdo elaborado a partir da narração da
vida de personalidade de destaque na historiografia, no caso da Conscienciologia, enfatizando os aspectos proexológicos e conscienciométricos.


08.  Interdisciplinaridade: tema e conteúdo elaborado a partir da
interdisciplinaridade de áreas do conhecimento. Exemplos: História e
Interseriexologia; Psicologia e Conscienciometria; Medicina, Ectoplasmia e
Consciencioterapia, entre outros.


09.  Interesse: tema e conteúdo elaborado a partir do interesse e
motivação do autor em relação ao gênero, estilo ou área do conhecimento.


10.  Pensamentos: tema e conteúdo elaborado a partir de reflexões e
pensamentos sobre diversos assuntos afins, com relativa coesão e articulação.


11.  Trafar: tema e conteúdo elaborado a partir da autossuperação do
trafar, tendo como foco principal o contraponto, ou seja, o trafor oposto capaz de promover as recins necessárias para o compléxis.


12.  Trafal: tema e conteúdo elaborado a partir do desenvolvimento de
métodos, técnicas e estratégias imprescidíveis para a obtenção do trafal essencial para o compléxis.


13.  Trafor: tema e conteúdo elaborado a partir da aplicação ou conquista
do trafor essencial, força motriz para alcançar o compléxis.


O ponto de partida da gescon, mesmo quando realizado de modo satisfatório, não é garantia de acabativa da obra escrita com qualidade. Neste caso, vale considerar o planejamento da gescon (das etapas de pesquisa e escrita), os gargalos intraconscienciais (decorrentes das crises de crescimento) ao longo da escrita, os gargalos extraconsciencias (as pressões externas, o meio, a profissão, a família), ao longo da escrita, a revisão da gescon e, por último, a finalização do livro pessoal (editoração, impressão e distribuição.


Seguem abaixo 15 sugestões de verbetes disponíveis gratuitamente e online (buscar no site da encyclossapiens) que podem ajudar você leitor ou leitora a aprofundar neste tema:


01.  Autodecisão crítica.
02.  Autorado.
03.  Balão de ensaio.
04.  Bibliofilia.
05.  Cognografia.
06.  Definição do básico.
07.  Definologia.
08.  Gescon.
09.  Iniciativa pessoal.
10.  Momento da megadecisão.
11.  Princípio do posicionamento pessoal.
12.  Prioridade da escrita.
13.  Rotina útil.
14.  Seleção consciencial.
15.  Subestimação da finalização da gescon.


A assertividade no ponto de partida da gescon, a partir da autorreflexão, é o primeiro passo para conscin minimizar os problemas derivados dos argalos durante a escrita do livro.

Invéxis e escrita gesconográfica

Agora, qual é a relação entre a escrita de gescons e a Inversão Existencial? A invéxis é uma técnica de planejamento máximo da vida humana, realizado desde a juventude. A finalidade da invéxis é o cumprimento do que chamamos de Proéxis (programação existencial). Esta proéxis é a programação realizada pela conciência antes de re-nascer nesta dimensão.

Já o objetivo desta programação é tornar esta vida intrafísica voltada ao exercício da interassistência. Neste sentido, a escrita de livros esclarecedores é justamente um dos focos ao proexista para se realizar nesta vida.

Mantenha-se informado!

As pessoas que possuem essa programação existencial normalmente tem um senso de que há algo maior a se realizar nesta vida, ou um objetivo com um propósito mais sério e assistencial.

Neste contexto, através da antecipação da maturidade, desenvolvimento da autopesquisa, e escolhas baseadas nas prioridades pessoais evolutivas, a invéxis entra justamente como uma ferramenta que auxilia a consciência a entrar no “veio” proexológico dela, isto é, a começar a fazer assistência.

Dentro disto, uma das antecipações interassistenciais que é concebida como prioritárias ao inversor é justamente a escrita de livros interassistenciais. Deste modo, a invéxis se torna uma ferramenta que propicia ao inversor o desenvolvimento precoce da intelectualidade, como também do parapsiquismo e da comunicabilidade.

Por estas razões, o inversor também irá realizar o seu Maxiplanejamento Invexológico, que é basicamente um planejamento interassistencial resultando em produções gesconográficas ao longo da vida. Este planejamento irá ajudar o inversor a entender quais são as suas ações, metas e prioridades necessárias para se alcançar a produção da obra pessoal. Facilitando também, a convergência de sua vida em suas diferentes fases para a execução das gescons. Portanto, um dos objetivos da elaboração do maxiplanejamento é justamente a definição de quais obras serão realizadas nesta vida.


Você, leitor ou leitora, já definiu algum tema de livro pessoal com
finalidade interassistencial? Como foi esta experiência?

Referências:

  1. Thomaz, Marina; & Pitaguari, Antonio; Redação e Estilística Conscienciológica; pref. Conselho Interna-
    cional de Neologística (CINEO); revisores Karina Thomaz; & Marcia Abrantes; 188 p.; 2 seções; 6 caps.; 10 abrevs.; 18
    E-mails; 38 enus.; 11 infográficos; 17 perguntas; 17 respostas; 2 vocabulários de novos termos de acordo ortográfico e
    neologismos da Conscienciologia discordantes do Português corrente; 16 websites; glos. 2.157 termos; 14 refs.; 2 ane-xos;
    21,5 x 14,5 cm; enc.; 2ª Ed.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2010; páginas 103 a 128.
  2. Vieira, Waldo; Manual de Redação da Conscienciologia; revisores Alexander Steiner; et al.; 272 p.; 15
    seções; 152 abrevs.; 23 E-mails; 54 enus.; 274 estrangeirismos; 30 expressões idiomáticas portuguesas; 1 foto; 60
    locuções do idioma espanhol; 85 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 30 pesquisas; 6 técnicas; 30 teorias; 8
    testes; 60 tipos de artefatos do saber; 60 vozes de animais subumanos; 3 websites; glos. 300 termos; 28 x 21 cm; br.; 2ª
    Ed. rev.; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2002;
    páginas 61 e 63.

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