Wilma Glodean Rudolph nasceu na cidade de Clarksville, no estado do Tenesse, EUA, em 23 de Junho de 1940. É a vigésima filha de uma família de 22 filhos. Nasceu prematura e teve diversas doenças na infância como sarampo, varicela, coqueluche caxumba, escarlatina e pneumonia. Como a segregação racial era muito intensa, só havia um médico negro e a família não tinha dinheiro para pagar o tratamento, sempre foi cuidada em casa pela sua mãe.

Aos 7 anos, foi diagnosticada com poliomielite, uma doença incurável. Foi dito pelos médicos que nunca mais andaria. Com isso, sua mãe a levava três vezes por semana a um hospital da escola de Medicina para negros a 80 km da cidade que morava e fazia massagens em suas pernas 4 vezes por dia com auxílio de toda a família.

Superação

Wilma Rudolph passou a conseguir caminhar com órteses e, aos 12 anos, voltou a caminhar sem a ajuda de qualquer aparelho.

Com essa idade, voltou a andar e passou a integrar o time de basquete de sua escola, mas foi incentivada pelo técnico da equipe de atletismo a integrar essa equipe. No início, Wilma Rudolph perdia todas as corridas, mas com grande persistência, foi melhorando seu desempenho de forma que, aos 16 anos, passou a integrar a equipe olímpica Norte-Americana nas olimpíadas de Melbourne em 1956, onde foi medalhista de bronze. Em 1960, foi para as olimpíadas de Roma, onde foi medalhista de ouro em três modalidades.

Ao retornar de Roma, Wilma abandonou a carreira como atleta, passou a ser técnica de atletismo e recebeu uma bolsa da Universidade estadual, onde se formou bacharel em educação em 1963. Trabalhou como educadora até a sua dessoma, em 1994, por câncer de cérebro, na cidade de Brentwood.


Realizações de Wilma Rudolph


Após a participação nas olimpíadas, Wilma Rudolph recebeu o status de uma das maiores velocistas do planeta. Foram feitos vários filmes e documentários sobre a sua vida. Sua história ficou famosa em todo o país devido à sua auto-superação para vencer as sequelas motoras de uma doença e se tornar uma grande atleta e se tornou a base para o movimento da sociedade e do governo Norte-Americano para erradicação da poliomielite.

Quando voltou de Roma, aos 20 anos de idade, houve um desfile na sua cidade para recebê-la, no qual ela fez questão que fosse um desfile não-segregado, bem como o banquete de comemoração. Foi a primeira vez na história da cidade em que brancos e negros se juntaram para uma comemoração conjunta. Após este evento, Wilma Rudolph participou do movimento contra as leis da segregação até que essas leis municipais foram abolidas.

Deu diversas palestras em escolas e em universidades nos EUA sobre a sua trajetória esportiva. Tornou-se também comentarista esportiva na televisão. Em 1967, aos 27 anos, Wilma Rudolph foi convidada pelo vice-presidente dos EUA a realizar um trabalho de inclusão social através do esporte em guetos das 16 maiores cidades Americanas para jovens em exclusão social. Nessa mesma época, fundou sua própria organização que fornecia apoio esportivo e acadêmico para esses jovens.

Em 1977, aos 37 anos, publicou sua autobiografia que vinha sendo escrita desde o tempo que competia.

Wilma Rudolph


Conscienciometria: Podemos notar uma série de trafores de Wilma Rudolph


1. Somática: Apesar de uma série de problemas de saúde na infância e um deles muito grave, em 4 anos ela passou de alguém que estava recém retornando a andar para alguém com índices olímpicos no atletismo.

2. Auto-superação: Conseguiu, apesar de todas as dificuldades e de um diagnóstico médico de que não mais andaria, voltar a andar e conquistar medalhas olímpicas no atletismo.

3. Apoio grupocármico: Sua mãe e toda a sua família (irmãos) tiveram esforços incansáveis para que ela voltasse a caminhar.

4. Epicentrismo: Ela e suas realizações foram o epicentro para que fosse quebrada a segregação racial em sua cidade, ou seja, Wilma Rudolph teve uma liderança nesse processo.

5. Assistencialidade: Andou em todo EUA dando palestras, fundou uma instituição e trabalhou com a inclusão social de jovens de periferia através do esporte.

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Invexometria de Wilma Rudolph

Wilma, desde criança, e sendo apenas uma entre 22 filhos, teve grande apoio familiar para que pudesse superar uma série de problemas físicos. Isso, aliado a todas as realizações que ela fez após superar sua doença, sugere a hipótese de que possa ter uma programação existencial.

Aos 20 anos de idade, ela liderou o processo de reconciliação grupocármica de fim da segregação em sua cidade. Aos 27 anos, a pedido do vice-presidente do país, iniciou um trabalho de assistência a jovens em situação de exclusão social. Durante todo esse processo, foi escrevendo sua gestação consciencial que foi sua autobiografia contando os detalhes de sua trajetória.

Não há referência ao uso do parapsiquismo em sua vida.

Apesar de ser uma pessoa com várias realizações assistenciais ao longo da vida, inclusive ainda na fase preparatória da proéxis, ela participou de religião durante toda a sua vida (era batista) e teve quatro filhos (o primeiro aos 18 anos).

O objetivo desta sessão aqui é apenas estudar o nível de aproximação da personalidade com relação à características da técnica da invéxis. A partir da afirmativa a cima, podemos excluir a hipótese de aplicação da técnica.

Veja também >> https://www.youtube.com/watch?v=9tTMQPqY4eY&feature=emb_rel_end

REFERÊNCIAS INFOGRÁFICAS:

1. http://pt.wikipedia.org/wiki/Wilma_Rudolph
2. http://www.lkwdpl.org/wihohio/rudo-wil.htm
3. http://www.greatwomen.org/women.php?action=viewone&id=131
4. http://www.tnstate.edu/library/digital/Rudolph.pdf