Conheça a trajetória de vida de Florence Nightingale, uma enfermeira inglesa reconhecida mundialmente em sua época até os dias atuais. Uma mulher distinta do padrão imposto pela sociedade.

Foto de Florence Nightingale
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Biografia de Florence Nightingale

Primeiramente, vamos entender um pouco sobre a vida desta enfermeira inglesa reconhecida mundialmente. Nascida em 12 de maio de 1820, em Florença (Itália), de família nobre, Florence Nightingale recebeu boa educação. Instruída por seu pai (William Nightingale), aprendeu história, filosofia, matemática, latim, francês, grego, italiano e alemão. Além disso, viajou para vários países, inclusive Egito, onde conheceu alguns hospitais e despertou seu interesse pela enfermagem.

 Durante seu trabalho na Guerra da Criméia, aplicou suas ideias inovadoras, em momento crítico com a incidência de morte elevada dos soldados. Dessa maneira, Florence destacou-se pelo seu posicionamento em prol da assistência aos menos favorecidos.

Inteligente e visionária revolucionou as práticas na área da saúde com sua teoria ambientalista, tornando-se , assim, precursora da enfermagem moderna. Além disso, sua persistência e determinação permitiram que transmitisse seu legado. Mesmo doente e precisando lidar com as imposições da sociedade da época, criou escolas de enfermagem e publicou diversos livros e artigos fundamentais no âmbito da saúde.

Florence no contrafluxo dos padrões sociais da época

Florence Nightingale não se sentia satisfeita com o padrão feminino estipulado, pois, as mulheres da época deveriam se casar, ter filhos e ser submissa a seu marido. Portanto, recusou o pedido de casamento feito por seu pretendente Richard Milnes (Barão Houghton) e considerou ter perdido um amor para ganhar sua liberdade.

Florence declarou a seus familiares sua recusa ao casamento e a vocação pela enfermagem, no entanto, os mesmos não aprovaram sua decisão.

A sociedade considerava a enfermagem indigna, pois era realizada por mulheres criminosas e prostitutas. Ainda assim, ela optou por iniciar os estudos na área da saúde, independente da desaprovação de seus familiares e do preconceito com a profissão.

É notável sua coragem ao priorizar seus objetivos. Nesse sentido, Florence se posicionou e enfrentou todo o preconceito da sociedade, em uma época que não havia abertura para novas ideias.

Dos estudos sobre enfermagem à guerra da Criméia

Florence estudou em Londres, Egito e Alemanha e, com o término dos estudos, voltou a Londres onde assumiu, posteriormente, a superintendência de um hospital de caridade. Como resultado, em 1854, aceitou o convite feito pelo Secretário do Estado de Guerra Sidney Herbert para supervisionar a introdução de enfermeiras no hospital militar em Scutari na Turquia, que atendia os feridos na Guerra da Criméia.

Em Scutari (distrito de Istambul), Florence observou a negligência no cuidado dos soldados britânicos com sua equipe e enfrentou a resistência de autoridades militares. Também constatou que a principal incidência de mortes era por infecção hospitalar e não por ferimentos em batalha.

Neste momento, teve a oportunidade de aplicar suas ideias inovadoras: introduziu o trabalho de organização de infraestrutura hospitalar, a assistência com padrões de higiene, o tratamento nutritivo adequado e o conforto aos enfermos. Nesse sentido, percorreu as enfermarias durante o período noturno com uma lanterna ficando conhecida como “a dama da lâmpada”:

“Escolhi os plantões, porque sei que o escuro da noite amedronta os enfermos. Escolhi estar presente na dor porque já estive perto de muito sofrimento. Escolhi servir ao próximo porque sei que todos nós um dia precisamos de ajuda. Escolhi o branco porque quero transmitir paz…” (Florence Nightingale).

Pintura de Florence Nightingale
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A Revolução na gestão em saúde por Florence Nightingale

Em 1856, ao retornar à Inglaterra, com a coleta de dados e registros feitos na Guerra, produziu um relatório através do gráfico chamado “diagrama da rosa” e então, demostrou de forma impactante os resultados da reforma aplicada que reduziu consideravelmente a taxa de mortalidade.

Dessa maneira, revolucionou as diretrizes e práticas de gestão em saúde, sendo o diagrama da rosa um marco na ilustração gráfica de dados.

Na Guerra contraiu a doença febre tifóide e adquiriu restrições físicas. Impossibilitada de fazer seus trabalhos físicos dedicou-se à formação da escola de enfermagem. Além disso, fundou a primeira escola de enfermagem no Hospital de San Thomas (em Londres) onde atualmente está localizado o museu Florence Nightingale em sua homenagem.

Em conclusão, o Dia Internacional da Enfermagem é comemorado no mundo inteiro no seu aniversário (12/maio). Assim se fez precursora da enfermagem moderna.

Se empenhou em manter seus objetivos, dedicou-se a escrita de inúmeros artigos e livros, dentre eles, o mais conhecido “Notes on Nursing” (1869).

Mesmo após o seu falecimento, em 13 de agosto de 1910, continuou reconhecida, mundialmente, pelo seu trabalho até os dias atuais. Viveu até os 90 anos de idade e deixou à humanidade seu belo exemplo de proatividade, irreverência e altruísmo:

Acho que os sentimentos se perdem nas palavras. Todos deveriam ser transformados em ações, em ações que tragam resultados” (Florence Nightingale).

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Florence Nightingale e a Inversão Existencial

Para expandir nossa compreensão sobre a Florence podemos analisá-la a partir da compreensão sobre a Inversão existencial. Primeiramente, é preciso entender seu significado. Inversão existencial ou invéxis é uma técnica evolutiva aplicada antes da maturidade biológica, ou seja, antes dos 26 anos de idade, fundamentada na ciência Conscienciologia. Essa técnica propõe o planejamento máximo da vida humana, objetivando o exercício precoce da assistência, o completismo da programação existencial e a desperticidade.

Mas afinal, o que significa “completismo da programação existencial” e “desperticidade?”

De acordo com a Conscienciologia, a programação existencial é o cumprimento integral do conjunto de tarefas especializadas. Na expressão popular, é a “missão de vida” assumida pela própria pessoa (consciência).  Desperticidade, é a condição em que a pessoa se encontra desassediada permanente total. Em outras palavras, é a pessoa que está num patamar evolutivo mais evoluído, pois já consegue manter o equilíbrio íntimo em situações adversas do dia-adia.

Segundo a Invexologia, Florence aplicou a técnica da inversão existencial intuitivamente, desde a mocidade, com maturidade e autocriticidade. Apesar das dificuldades, se posicionou perante sua família e a sociedade.

Com o objetivo de ajudar às outras pessoas, optou por uma vida mais produtiva, abrindo mão do relacionamento afetivo-sexual e de filhos para dedicar-se a carreira de enfermagem e, dessa forma, priorizou em sua vida a interassistência, ou seja, a troca de ajuda e de aprendizados com diferentes indivíduos.

Nesse sentido, Florence foi uma mulher visionária. Podemos atribuir sua inteligência e intelectualidade, considerada incomuns, também ao amparo extrafísico. Dessa maneira, acessou insights que contribuíram com o aprimoramento da sua programação existencial (proéxis).

Fez bom uso de sua condição econômica, social e política, assim como, usou seus atributos pessoais, qualidades (trafores) e autodidatismo para mudanças positivas na vida das pessoas. Podemos citar a produção de gestação consciencial (gescon) ou obras assistenciais como, por exemplo, a formação de escola de enfermagem e a elaboração de livros.

Assim, em sua trajetória de vida notamos o uso de alguns fundamentos da inversão existencial, tais como: idade, autocrítica, assistência, carreira, finanças, disciplina, autodidatismo e maturidade. Também percebemos evitações à técnica como, por exemplo, filho, casamento e outras imposições da sociedade que restringiriam a amplitude da sua assistência.

Curiosidade: O que é a Conscienciologia?

Para compreender melhor os conceitos mencionados nesse artigo e a própria invéxis será explicado, brevemente, a definição de Conscienciologia. A Conscienciologia é a ciência dedicada ao estudo da consciência, que se denomina por ego, alma, espirito, self, ser, etc. Parte do princípio que a consciência se manifesta além do corpo físico, sendo possível a comprovação deste fato, por meio da experiência fora-do-corpo (projeção).

Nesse contexto, o paradigma foi proposto pelo pesquisador Waldo Viera, e responde a inúmeros questionamentos, além disso, explica vários fenômenos ignorados pela ciência convencional.

A Conscienciologia não impõe verdades nem dogmas científicos, filosóficos, ideológicos ou religiosos em suas abordagens. Em síntese, é fundamentada, no princípio da descrença: Não acredite em nada. Nem mesmo no que ler aqui no site. Experimente! Tenha suas experiências pessoais.

Esclarecimentos sobre o Paradigma Consciencial

O paradigma consciencial é baseado em 7 aspectos, mencionados a seguir:

1. Autoexperimentação ou autopesquisa:

Se refere à pesquisa de si mesmo em que o investigador é objeto das suas investigações, ou seja, o indivíduo se torna cobaia de sua experimentação.

2. Holossoma:

É definido como o conjunto de corpos ou veículos de manifestação da consciência, sendo eles: o corpo físico (soma), o corpo energético (energossoma), o corpo emocional (psicossoma) e o corpo mental (mentalsoma).

3. Bioenergias:

É a energia vital. Todos seres possuem energia (as plantas, a água, o solo, a atmosfera, os objetos), realizamos trocas energéticas a todo instante independente da nossa vontade, pois vivemos uma existência energética.

Essa interação energética é propiciada pelo nosso corpo energético (energossoma) constituído pelo conjunto de chacras, que faz a ligação dos 4 veículos citados anteriormente. Também propicia as parapercepções, além dos cincos sentidos básicos do corpo humano, isto é, parapsiquismo.

4. Multidimensionalidade:

  Refere-se às múltiplas dimensões de manifestação da consciência. Cada corpo vibra numa sintonia e, de acordo com essa vibração, acessamos uma dimensão específica. Esse processo é análogo às ondas de rádios que definem qual canal vamos escutar ou acessar.

Dessa maneira, atuamos em diferentes dimensões. Com o corpo físico atuamos na dimensão intrafísica, com o corpo energético na dimensão energética ou dimener e com o corpo emocional e mental podemos nos manifestar em infinitos gradientes de dimensões extrafísicas.

5. Multiexistencialidade:

Relaciona-se a existência contínua da consciência. Nesse sentido, a morte inexiste. A consciência se manifesta alguns períodos na dimensão intrafísica e outros na extrafísica, com múltiplos corpos e múltiplas vidas.

6. Universalismo:

Significa conviver com todos elementos do cosmo de forma unificadora, fraterna, pacífica e evolutiva.

7. Cosmoética:

Esse conceito vai além da ética intrafísica ou das leis que conhecemos. Refere-se à ética universal, ou seja, à ética que abrange todos os seres dos cosmos e não apenas um grupo específico.

Caro leitor, já parou para pensar como você pode ajudar a humanidade e alavancar sua própria evolução ?  A técnica da inversão existencial faz sentido para você?

Assista ao vídeo:

Conheça no site da ASSINVÉXIS outras biografias e artigos relacionados com a técnica:

Interassistencialidade cotidiana

Intelectualidade na Juventude

A polêmica Greta Thunberg e a liderança na juventude

Referências Bibliográficas

  1. Fernandes, C. Só Biografias. Florence Nightingale. Disponível em: <www.dec.ufcg.edu.br/biografias>. Acesso em: 23 mai. 2017.
  2. FlorenceNightingale, 2016. Disponível em: < www.ebiografia.com>. Acesso em: 23 mai. 2017.
  3. TertuliaConscienciológica. Disponível em: < www.tertuliaconscienciologia.org>. Acesso em 23 mai. 2017.
  4. NONATO, Alexandre et al. Inversão Existencial. 1ª edição. Editares. Foz do Iguaçu-PR, 2011.
  5. TVESCOLA. O diagrama de Florence Nightingale. Disponível em: <www.youtube.com/watch?v=Ik6X2-DCudU>. Acesso em: 23 mai 2017.
  6. Florence Nightingale. Direção: Norman Stone. Produção: 1ª Productions LTDA, 2008. DVD (65min).