Entenda neste artigo as consequências multidimensionais da maconha sob a ótica da Conscienciologia, como evitar e até mesmo superar a condição da drogadição.

Ponderações iniciais sobre Maconha e multidimensionalidade

A maconha é uma droga psicotrópica danosa à saúde psiquiátrica, psicológica, fisiológica e à saúde dos corpos de manifestação do usuário (holossoma).

Já a multidimensionalidade, é o conjunto de todas as dimensões onde a consciência se manifesta através de seu holossoma, tanto na dimensão intrafísica, que é esta dimensão mais densa e materializada, quanto nas diversas dimensões extrafísicas, mais sutis de pensamentos, sentimentos e energias (pensenes).

Quais seriam, então, os impactos do consumo da maconha, pela perspectiva multidimensional? Já existem evidências acerca dos danos que o uso contínuo da droga causa na saúde física e mental do sujeito.

Deste modo, iremos expor a condição multidimensional patológica do usuário de maconha através de argumentos lógicos e dos pressupostos evolutivos da neociência Conscienciologia.

Assim sendo, objetiva propiciar ao leitor ferramentas para a realização do exercício da autocrítica em relação ao uso desta droga, a fim de que chegue às conclusões pessoais acerca dos impactos causados pela maconha tanto em sua vida intrafísica (material, física, densa), quanto em sua vida extrafísica (outras dimensões mais sutis).

Importa, portanto, considerar que a Conscienciologia possui o princípio cosmoético da autoevolução, onde a consciência prioriza ações assistenciais, altruístas e esclarecedoras em função do bem evolutivo alheio.

Além disso, esta neociência parte do princípio da autoexperimentação, onde se deixa de lado o convencimento e a imposição de ideias, em favor da auto-comprovação através de experiências pessoais esclarecedoras.

Portanto, convidamos o leitor a ler este artigo de maneira ativa, usando a criticidade, lógica, racionalidade e o discernimento acerca do assunto. A melhor conclusão é a que você chega por si próprio, este texto, no máximo poderá te ajudar a pensar com mais clareza.

Explicando o Assédio

Não há como falar sobre uso de drogas sem antes explicar o que é o assédio pessoal (autoassédio) e o assédio entre consciências (heteroassédio).

O assediador extrafísico pode controlar a vida da conscin.

Autoassédio

O autoassédio é a condição onde a pessoa manifesta pensenes patológicos, de modo a interferir negativamente em seu equilíbrio íntimo. Como os  pensenes de autoinsegurança, sentimentos de mágoa ou comportamentos auto-flageladores ao modo do consumo de drogas.

Heteroassédio

Onde há heteroassédio, há autoasédio primeiro. O heteroassédio é a condição em que uma consciência assedia outra(s), ao exemplo do chefe autoritário que manifesta comportamento de superioridade e rebaixa seus funcionários. Ou do “amigo” usuário de cigarro e maconha, que tenta influenciar outros companheiros a também tornarem-se fumantes. Desta forma, o assédio é basicamente “a invasão ou intrusão doentia de ideias, emoções e energias de uma consciência na outra” (Vieira, 2010).

Entretanto, o heteroassédio ocorre devido à própria pessoa assediada estar predisposta, seja através de ideias negativas ou alienadas, emoções exacerbadas ou descontroladas, e atitudes ou comportamentos que denotem um padrão mais patológico, como o consumo de entorpecentes. Em uma interrelação assediada, há sempre uma parcela de responsabilidade de ambas as partes.

E quanto ao assédio multidimensional entre uma consciex (consciência extrafísica) e uma conscin (consciência intrafísica)? Pouco muda. Pode-se dizer que a diferença é que as consciexes costumam passar despercebidas aos “olhos” das conscins.

As outras características do assédio ainda permanecem: prejuízo evolutivo entre ambas as partes e/ou o compartilhamento de interesses patológicos em comum.

Logo, os assediadores se conectam com a pessoa a partir da própria afinidade que o assediador possui com aquela ideia, emoção, enegia ou postura. O que faz com que, em quase todos os casos, a responsabilidade da manutenção do vínculo negativo entre a conscin assediada e a consciex assediadora seja da própria conscin (consciência intrafísica) que ainda mantém para si as atitudes anti-evolutivas.

Assédio Intensificado e as Vampirizações Energéticas

Consideramos que as pessoas carregam consigo suas afinidades, temperamento, vícios e fissuras após a dessoma ou descarte do corpo físico (morte biológica). Portanto, após encerrada esta vida material, a consciência viciada continua dependente.

Entretanto, como o uso de drogas é restrito a quem possui corpo físico, a consciex irá se apossar das energias das conscins que estão manifestando em suas bioenergias aquelas sensações que a droga propicia.

Deste modo, o usuário de maconha carrega em sua psicosfera, usuário(s) extrafísico(s) de maconha. Já pensou, no vexame e no desserviço a evolução grupal do planeta, ter que sustentar viciados em droga nas suas costas?

Mantenha-se informado!

Desta maneira, quanto mais o usuário acostuma-se a se drogar, mais os assediadores acostumam-se a vampiriza-lo. Logo, conforme o uso de maconha torna-se contínuo, habitual ou banalizado, maior se torna a sua vulnerabilidade emocional e carência energética.

Portanto, a tendência é que o assediador passe a cada vez mais ter controle sobre a conscin. Importante frisar que, dentro da psicologia, já se entende que quanto mais a conscin está sujeita as suas carências pessoais, maior é a vulnerabilidade às influências externas e alheias. Então não se trata tanto de uma novidade, mas da perspectiva multidimensional aplicada a estes processos.

Caso as influências do assédio se tornem mais intensas, a conscin poderá acessar outros  grupos de assediadores extrafísicos que se interessam por, além do consumo de drogas, sexualidade promíscua (ficação), consumo de conteúdos inúteis (músicas ou filmes doentios), ideias negativas (pensar mal dos outros) ou ideologias antievolutivas (ideais alienantes).

Os Processos Bioenergéticos no uso da maconha

Outra questão ligada as patologias multidimensionais ou parapatologias, são as consequências advindas da vivência do usuário imersa no padrão energético negativo associado ao consumo de maconha, que é permeada por pensamentos, sentimentos e energias hedonistas, isto é, a busca desenfreada pelo prazer.

A conscin pode até não perceber, mas este padrão pensênico reduz o seu discernimento evolutivo, ou seja, a capacidade de discernir para si o que é o certo do errado dentro do seu processo evolutivo.

Toda conscin possui um holossoma composto por soma, energossoma, psicossoma e mentalsoma.
Holossoma

Sendo assim, os outros corpos do holossoma também são prejudicados: o corpo energético (energossoma), emocional (Psicossoma) e o mental (mentalsoma).

A presença e a influência das conciexes vampirizadoras da conscin usuária irá influenciar e reforçar este padrão energético negativo. Logo, na medida em que o assédio se instala na conscin, o energossoma tenderá a ficar descompensado, pois, está acompanhado de um padrão patológico de energias, promovendo a obstrução e bloqueio dos chacras.

Estas conciexes energívoras, além de não conseguirem abrir mão do hábito vicioso diante de sua evolução, também possuem as características de dependentes químicos, logo, estão sob um imenso desequilíbrio emocional, mental e energético. Por esta razão, o holossoma da conscin vulnerável aos vínculos e interferências destas consciexes estarão mais propícias as instabilidades de pensamentos, emoções e desgaste energético.

Maconha, Espiritualidade e Misticismo

A maconha também sempre esteve relacionada de alguma maneira a fins religiosos ou místicos. Na índia, comprova-se que muito antes de 1000 a.c., a maconha já era utilizada para fins religiosos. E ainda atualmente, durante o século XX, a maconha assim como outros psicotrópicos foram bastante representativas dentro da “busca espiritual” e/ou “transcendente” do movimento hippie na contracultura dos anos 50/60/70.

Tal conotação mística influenciada pelo contexto religioso das épocas e pelo vislumbramento de certos povos e grupos, acabaram contribuindo aos argumentos onde se justifica o consumo da cannabis pelas sensações de “boas energias e sentimentos”, calmaria e mansidão, considerada por muitos, algo sagrado e divino. Desta forma, o leitor, usuário ou não, pode vir a se questionar sobre a procedência espiritual e mística desta planta.

Substâncias químicas

Quanto as “boas energias e sentimentos” mencionadas acima, a ciência convencional já explica que estas sensações de relaxamento, euforia e êxtase que a maconha induz são causadas pelas descargas de neurotransmissores como a dopamina, serotonina, GABA, glutamato e noradrenalina através da majoritária atuação do psicoativo D9-THC (D9-tetrahidrocanabinol) nos receptores canabinoides do sistema nervoso central e periférico (CRIPPA et al, 2005). Logo, não há lógica em qualquer explicação mística sobre a “positividade” da droga, já que ela é uma mera substância indutora de sensações.

Já quanto ao uso de psicoativos para fins “espirituais”, convido o leitor a refletir sobre o uso consciente do parapsiquismo (mediunidade) através do domínio energético, da autocrítica e do discernimento pessoal por meio da lógica e racionalidade. Sem dependentes “espirituais”, como guias, mestres ou muletas como psicoativos e/ou ritualizações. Onde predominam ideias irrefutáveis e indiscutíveis acerca das verdades impostas ou dispostas as conscins.

A vista disto, o leitor que considera as interações entre conscins e consciexes, eis alguns questionamentos pertinentes sobre o uso de maconha com fins “espiritualísticos”:

As consciexes interessadas em hábitos místicos praticados por conscins por meio de psicotrópicos, são “mentores” e “guias” positivos, com intenções em de fato te ajudar? Ou, na verdade, são consciências dependentes e carentes de energia, que carregam consigo hábitos religiosos e toxicomaníacos ao longo de vidas? E acima disto, você irá insistir neste erro até quando? Você realmente precisa disto para evoluir?

“Toda toxicomania é o corpo mandando na pessoa submissa ao mau hábito, vício ou megatrafar.” Waldo Vieira, 2014.

Autossuperação: Resultado de Escolhas Inteligentes

A autossuperação do consumo da maconha exige a vontade hígida e a persistência contínua para manter-se incorrupto com os valores pessoais. Contudo, é recomendado que a conscin primeiro reconheça que é dependente, a fim de procurar auxílio médico e psicológico que lhe dê o devido suporte aos tratamentos e terapêuticas de ordem predominantemente somática e psicológica.

Mas isto, aliado ao desenvolvimento do domínio energético e do parapsiquismo lúcido auxilia ainda mais o interessado nesta autossuperação. As técnicas de domínio das energias pessoais e do parapsiquismo ajudam a conscin a manter-se desassediado, ou seja, livre de intrusões pensênicas e de assediadores.

A principal técnica indicada é a do estado vibracional, a ferramenta mais básica, porém a mais fundamental pro autodesassédio energético.

Conforme a prática do EV aumenta, maior fica a percepção extrafísica de intrusões pensênicas, o que torna a conscin muito mais autoconfiante e menos vulnerável a se corromper, pois ela passa a entender quais são os desejos, ideias e vontades que partem dela, e quais são de origens das energias dos ambientes e de consciexes. Fazendo esta separação, a conscin começa a pensar por sí própria, ao invés de ser pensada pelos assediadores.

8 dicas prescritivas para superar o uso da maconha

As autoprescrições são técnicas, medidas ou procedimentos determinados a serem aplicados pela consciência de maneira lógica e racional, com o objetivo claro de autossuperar determinada condição patológica já diagnosticada. Desta forma, é interessante que a conscin aja cirurgicamente, tomando as seguintes providências autoprescritivas:

1. Se posicionar a parar de uma vez por todas

Avaliar com autocrítica a seriedade do posicionamento pessoal é imprescindível para a fixação firme da auto-mudança. Você acharia tolerável ou perdoável, uma possível futura recaída pessoal?

2. Não frequentar locais onde se usava maconha, ou onde costumam usar

Frequentar estes ambientes podem promover o vínculo patológico entre a conscin e as energias do local.

3. Da mesma maneira, aconselha-se o interrompimento do uso de álcool e de outras drogas paralelas à maconha

Não adianta trocar um mal pelo outro.  Fazer negocinho, ou dar meia volta apenas muda a roupagem do problema.

4. Sair do ciclo social patológico no qual se consumia a maconha

Pelos motivos ditos anteriormente, o ciclo social nosográfico aumenta a suscetibilidade ao uso da droga. Há realmente uma amizade com intenções evolutivas, ou há interesses patológicos?

Mantenha-se informado!

5. Descartar todo e qualquer objeto ou resquício de material antes usado para conservar, guardar ou manusear a maconha

Os objetos que eram relacionados ao consumo de drogas, ou a conservação da mesma, possuem resquícios energéticos que fazem evocação daquele padrão de drogadição. Desta maneira é imprescindível o seu descarte.

6. Cultivar hábitos sadios que promovam prazer e o aumento nos níveis de dopamina, serotonina e endorfina, como exercícios  físicos, alimentação e sono equilibrado, entre outros

Praticar hábitos que propiciam prazer ajuda a reequilibrar o sistema de recompensa cerebral, ajudando no reajuste das motivações na busca de prazer.

7. Descartar lixos mentais, ao modo de músicas e filmes que façam evocações do contexto de consumo de maconha

A lembrança proposital ou não deste contexto promove a evocação a partir das memórias, e em seguida a conexão com as energias e consciexes ligadas a este processo de drogadição.

8. Cortar os pensamentos ligados a vontades e motivações relacionadas ao consumo da maconha

Assim como as lembranças fazem evocação, pensar também o faz. É importante manter-se atento a própria pensenidade pessoal a fim de cortar ligações pensênicas com as consciexes assediadoras.

Ressignificação do propósito existencial através da invéxis

Para muitos, deixar de fumar maconha significa uma mudança radical nos valores pessoais e por consequência, nas motivações existenciais. Por isto, é importante que a conscin esteja predisposta a renunciar a antigos valores como o hedonismo, boa vidismo, ociosidade, status , etc.

Nesta perspectiva, os valores pessoais possuem uma grande parcela de peso sobre as motivações que nós temos, afinal, nós nos motivamos a realizar aquilo que estão condizentes com o que valorizamos ou temos interesse. Por outro lado, tais valores e interesses nem sempre são coerentes com a nossa evolução pessoal. Para isto, é preciso refletir sobre quais são os nossos valores antiquados a serem abandonados e o que de positivo e evolutivo nós já valorizamos ou pretendemos.

Técnica da Invéxis

Nesta lógica, a invéxis ou inversão existencial entra como uma ferramenta repleta de princípios e valores voltados a evolução pessoal, como a: interassistência, o desenvolvimento da intelectualidade, do parapsiquismo e da comunicação, exercício da cosmoética, ampliação da lucidez, autodesenvolvimento, reciclagens íntimas, exercício dos talentos pessoais, autonomia e independência financeira.

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Contudo, a inversão existencial é livre de dogmas, repressões, ideias escravizantes, religiosidades ou misticismo. A invéxis é justamente uma técnica de vida que aumenta ao máximo a liberdade da manifestação cosmoética da consciência aqui nesta dimensão intrafísica.

Mas o que seria a invéxis? A invéxis é uma técnica de planejamento máximo  através de procedimentos e métodos da vida humana desde a juventude, visando o propósito de cumprir a proéxis (programação existencial) através do exercício de ações interassistenciais.

Portanto, o inversor ao iniciar sua aplicação da técnica ainda jovem, não espera chegar a fase adulta, ou meia-idade para poder se dedicar às atividades interassistenciais, promover o autoconhecimento e priorizar a evolução. A boa aplicação da invéxis é justamente pautada na antecipação da maturidade pessoal através de escolhas evolutivas, na profilaxia de erros, desvios ao longo da vida e na priorização do que é necessário, resultando no cumprimento da proéxis.

Posto isto, o sentido maior da invéxis é o cumprimento do que chamamos de proéxis, que seria missão de vida pessoal preparada por cada um de nós, antes de renascermos nesta dimensão. A proéxis possui o objetivo de acelerar, dinamizar e otimizar ao máximo a evolução pessoal através de basicamente dois processos que andam em conjunto, as melhorias íntimas da consciencialidade pessoal, e os empreendimentos interassistenciais e altruístas, como o voluntariado, assistência multidimensional, e publicação de livros esclarecedores.

Priorização e antidrogadição

Desta maneira, o inversor ao entender a lógica da evolução a partir dos princípios cosmoéticos, acaba priorizando o desenvolvimento de atitudes e ações interassistenciais. Neste movimento, se deparando com suas travas e dificuldades conscienciais que prejudicam os trabalhos assistenciais, é inevitável a mudança de traços e características do temperamento, como também, o amadurecimento de novos atributos que potencializam a auto-evolução.

Logo, se o leitor pensa ou já pensou que pode ter um sentido maior na sua existência e que pode ter algo maior a se fazer nesta vida, além de crescer, se desenvolver, casar, ter filhos e construir um patrimônio, vale considerar a hipótese de que haja uma proéxis a ser realizada.

Diante desta missão maior a ser realizada nesta vida, é extremamente incoerente manter atitudes e comportamentos anti-evolutivos como o uso da cannabis. Ademais, o cérebro é o principal órgão responsável pela manifestação integral da sua consciencialidade nesta dimensão, cuidar bem do funcionamento sináptico e cognitivo é essencial e imprescindível ao cumprimento da proéxis.

Referências

Crippa, J. A., Lacerda, A. L., Amaro, E., Busatto Filho, G., Zuardi, A. W., & Bressan, R. A. (2005). Efeitos cerebrais da maconha: resultados dos estudos de neuroimagem. Brazilian Journal of Psychiatry, 27(1), 70-78.

Vieira, Waldo. Léxico de Ortopensatas. 1ª ed. Editares: Foz do Iguaçu, 2014.

Vieira, Waldo. Homo Sapiens Pacificus. Editares: Foz do Iguaçu, 2010.